O FRIO QUE VEM DE DENTRO [Esboço de Pregação]

O FRIO QUE VEM DE DENTRO [Esboço de Pregação]


2) REFERENCIAS BÍBLICAS

2.1) VERSÍCULO TEMA:

1Tessalonicenses 5.14-15 - “14 Rogamo-vos, também, irmãos, que admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos. 15 Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos.”

3) OUTRAS REFERÊNCIAS BÍBLICAS

Parte 1 “O FRIO QUE VEM DE FORA”

Mateus 24.12 – “12 E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.”
(Ex.emplos do mundo em que vivemos)

 

Parte 2 “O FRIO QUE VEM DE DENTRO”

Efésios 4.32 - “32 Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”
(Exemplos das atitudes frias das pessoas)

 

Parte 3 “O FRIO QUE TRANSFORMA”

Tiago 5. 16 – “16 Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.”

Hebreus 13.1-3 – “1 PERMANEÇA o amor fraternal. 2 Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos. 3 Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo.”
(Exemplos da transformação do coração do homem)

FRIO QUE VEM DE DENTRO

Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam   que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse - eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a  única maneira de poderem sobreviver.

O primeiro homem era um racista.
Ele olhou demoradamente para os outros cinco
e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo: "Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro." E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento.
Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou: "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?"

O terceiro homem era o negro.
Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo daquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático: "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem. " E guardou suas lenhas com cuidado.

O quarto homem era o pobre da montanha.
Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: "Esta nevasca pode durar vários dias. vou guardar minha lenha."

O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.

O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos, os sinais de uma vida de trabalho.
Seu raciocínio era curto e rápido. "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos."

Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou. Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram na caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha.
Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse:
"O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro."

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