A VERDADEIRA MENSAGEM DADA A NAÇÃO DE ISRAEL

Foi assim que Deus falou ao povo de Israel logo depois que
tirou da escravidão egípcia e fez dele o seu povo especial
através da aliança; “Eu sou o senhor vosso Deus. Não fareis
segundo as obra da terra do Egito, em que habitastes, nem
fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual eu vos
levo, nem andareis nos seus estatutos. Fareis segundo os meus
juízos, e os meus estatutos guardareis, para andardes neles: Eu
sou o Senhor vosso Deus.” (Lv.18:1-4). Este apelo de Deus fez
a seu povo, é preciso notar, tanto começou como terminou
com a declaração de que ele era o senhor, ADONAI, seu
Deus. Pelo fato de ser o seu Deus, como quem eles firmaram
um pacto, e porque eles constituíam o seu povo especial,
tinham de ser diferentes de quaisquer outras pessoas.
Tinham de seguir os mandamentos de Deus e não os padrões
daqueles que os cercavam.
Através dos séculos seguintes, o povo de Israel continuou
se esquecendo da sua singularidade como povo de Deus.
Embora nas palavras de Balaão fosse “povo que habita só, e
(que) não será reputado entra as nações”, na prática,
entretanto, eles continuaram assimilando-se aos povos que os
rodeavam: “Antes se mesclaram com as nações, e lhes
aprenderam as obras”. (Nm.23:9; Sl.106:35). Por isso
exigiram que um rei os governasse “como todas as nações”, e
quando Samuel os advertiu com base no fato de ser Deus o
rei deles, foram obstinados em sua insistência: “Não, mas
teremos um rei sobre nós. Para que sejamos também como todas
as nações.” (Iº.Sm.8:5,19,20). Pior ainda do que o
estabelecimento da monarquia foi a sua idolatria. “Seremos
como as nações”, diziam para si mesmos, “... servindo ao pau e
á pedra.” (Ez.20:32) Por isso Deus continuou lhes enviando
os seus profetas para que lembrassem quem eram e para
insistir com eles a seguirem o caminho de Deus. “Não
aprendais o caminho dos gentios”, falou-lhes através de
Jeremias e Ezequiel, “não vos contamineis com os ídolos do
Egito; eu sou o senhor vosso Deus.” (Jr.10:1,2; Ez.20:7). Mas o
povo de Deus não queria ouvir-lhe a voz, e o motivo
específico apresentado, pelo qual o juízo de Deus caiu
primeiro sobre Israel e, depois, cerca de 150 anos mais tarde,
sobre Judá, foi o mesmo: “Os filhos de Israel pecaram contra o
senhor Deus... andaram nos estatutos das nações... Também
Judá não guardou os mandamentos do Senhor seu Deus; antes,
andaram nos costumes que Israel introduziu.” (IIº.Rs.17:7,8,19
cf. Ez.5:7; 11:12)

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