Mostrando postagens com marcador Salvação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Salvação. Mostrar todas as postagens

Boas obras não salvam.

0 comentários
"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie." Efésios 2:8-9

Há um grande engano no mundo hoje, muitas pessoas crêem que a salvação está ligada a boas obras e caridade, acreditando que, para entrar no Reino de Deus basta ajudar os necessitados. A biblia recomenda sim amar ao próximo, é dever ajudá-los, mas no entanto, não podemos considerar isso como critério de salvação, pois a graça de Deus é que nos salvou, um favor não merecido, foi Cristo crucificado em nosso lugar, que nos trouxe a salvação. Por isso toda honra e toda glória a Ele.

A Doutrina da Salvação: Soteriologia

1 comentários
A Doutrina da Salvação: Soteriologia
A salvação é recebida através do arrependimento dos pecados diante de Deus e da fé em Jesus Cristo.
Pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo de Deus, o homem é justificado pela graça, mediante a fé, tornando-se herdeiro de Deus, de conformidade com a vida eterna.

Deus e a Origem da Nossa Salvação

A Salvação preparada para o mundo perdido nasceu no coração de Deus.

Por isto a multidão salva, vestida de vestes brancas, cantará nos céus: ?Salvação ao nosso Deus, que está sentado no trono? (Ap 7.10).

No dia da queda do homem, Deus prometeu enviar um Salvador, Ele disse a respeito da semente da mulher: ?esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar? (Gn 3.15).
Na plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher (Gl 4.4).

A promessa se cumpriu literalmente, foi uma expressão do seu amor:
?    ?Deus amou o mundo de tal maneira...? (Jo 3.16).
?    ?Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo? (2Co 5.19).

Se a morte na cruz foi tremenda para Jesus, também o foi para Deus.

Foi o seu grande amor que pagou o sacrifício, e foi a sua justiça que recebeu o preço de sangue pago por Jesus (Hb 9.24-26).

Na cruz foram provadas e mantidas quatro coisas importantes:

1. O amor de Deus (Rm 5.8-10);
2. A sabedoria de Deus que se revelou na cruz (1Co 1.18-25), com uma profundidade insondável (Rm 11.33-35);
3. O poder de Deus (1Co 1.24-25);
4. A justiça de Deus. Diante dos céus, do inferno e de todo o mundo a sua Palavra foi cumprida!

O Significado da Salvação

De todas as palavras empregadas para definir a experiência transformadora que é o encontro do homem com Deus, ?salvação? é a mais usada.
A palavra salvação significa, em primeiro lugar, ser tirado de um perigo, livrar-se, escapar.
A Bíblia fala da salvação como a libertação do tremendo perigo de uma vida sem Deus (At 26.18; Cl 1.13).
Tradução da palavra grega soterion, tem a significação de ?tornar ao estado perfeito?, ou ?restaurar o que a queda causou?.

A salvação desfaz, assim, as obras do diabo (1Jo 3.8).

Seria difícil explicar o significado da salvação sem frisarmos o Antigo Testamento (Sl 39.8), quando descobrirmos nas ações (Jz 3.9) e palavras Divinas (Is 43.11-12) a natureza redentora de Deus (Jr 17.14-18).

Quando entendermos pelas palavras dos profetas as suas predições sobre aquEle que estava para vir a fim de concluir o plano de Deus.
Deus usou métodos tanto no passado, presente e usará no futuro.
Deus sempre teve seus representantes para anunciar a Salvação.
Mas os obstáculos eram tão grandes, que sempre carecia da ajuda do próprio Deus.

As naturezas de Deus e do homem.
Uma das evidências anunciada pela Palavra de Deus é que ela mostra um Deus Salvador e redentor (2Sm 22.3).
Deus livrou o seu povo de todas as aflições não deixando de destacar os inimigos nacionais e individuais (Sl 18.4).
Todas as pessoas precisam de um Salvador, pois o homem não pode salvar a si mesmo (Lc 17.33).
E este Salvador é Jesus (Jo 12.47).
Assim como Deus tem a natureza salvadora em Jesus, o homem discorre uma vida pecaminosa iniciando com o primeiro casal se cobrindo e escondendo de Deus (Gn 3), O homicida Caim (Gn 4), até os fatos do Apocalipse 20.
A natureza salvadora de Deus tem tido uma evidência na obra salvadora.


No Diário de Anne Frank ela cita uma das palavras mais comuns ouvidas até nos dias de hoje:
?A humanidade precisa de educação, e não de Salvação?.
A humanidade precisa da Salvação, como:

?    Salvação da morte (Mt 8.25);
?    Das enfermidades (Mt 9.22);
?    Da possessão demoníaca (Lc 8.26-33);
?    E principalmente da morte Espiritual (1Co 1.21).

O Amor e a Santidade de Deus.
Deus é Santo, mas o homem é ímpio.
Quimicamente falando é uma mistura heterogênea, seria impossível misturar o óleo e a água.
Jesus morreu por nós sendo nós ainda pecadores (Rm 5.8).
Pelo amor de Deus entregamos nossos pecados a Jesus (Rm 4.25).
A Santidade de Deus abrange tanto o Novo quanto o Antigo Testamento (Js 24.19; Lc 1.49).
Pelo seu grande amor Ele não justifica o ímpio (Êx 23.7).
Deus é imparcial na justificação (Pv 17.15).
O amor de Deus é algo imensurável, se lembrarmos dos sofrimentos de Jesus na cruz do calvário, e Deus ficou impassível aos fatos, tudo isso foi por amor ao homem (Jo 3.16).
Diz a Palavra que Deus deu seu filho. Quando damos algo a alguém, essa pessoa tem o domínio sobre o bem adquirido, Deus deu seu filho em favor dos homens, por isso Deus ficou de mãos amarradas quanto aos sofrimentos de seu filho.
Jesus suportou a cruz, para a felicidade nossa. Por isso Ele julgará o mundo com eqüidade (Sl 98.9).
Não aceitará propinas, pois nada se iguala a sua morte de cruz (Dt 10.17).

A Bondade, A Graça, e a Misericórdia de Deus.
A mensagem da Salvação deve ser encarada pelo homem com santidade, retidão.

1. A bondade de Deus:

?    Deus é Bom (Sl 34.8; 100.5);
?    Deus é abençoador (Sl 119.68);
?    Não quer que ninguém se perca (2Pe 3.9);
?    Deus é longânimo (2Pe 3.15).

2. Sua Graça:

?    Para os dons (1Pe 4.10);
?    A graça na revelação (1Pe 1.13);
?    Graça de chegar ao trono (Hb 4.16);
?    A graça para a Salvação (Tt 2.11).

3. Misericórdia:

?    Por Maria (Lc 1.48);
?    Para os que o temem (Lc 1.50);
?    Para a Salvação (Lc 1.72).

Sem estes fatores primordiais em hipótese alguma poderíamos ter a Salvação, Deus sendo onipotente pode dar ao homem o direito de ser salvo, mas através de Jesus temos o direito de ser chamados filhos, não só filhos mas também herdeiros (Rm 8.16?17).
A obra salvadora foi realizada por Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, mas o decreto foi de Deus Pai.

O Propósito de Deus

Somente podemos entender os planos e métodos de Deus para a salvação (Rm 13.11) através de um estudo detalhado das Escrituras (2Tm 3.15).
A salvação é a grande obra espiritual de Deus com relação ao homem (Fp 1.19).
Através de sua presciência , Deus tinha plena consciência de que o homem haveria de cair em pecado, antes mesmo da criação Deus já sabia.

Mesmo assim Deus não mudou seus propósitos, fez o homem e deu-lhe responsabilidade e deveres (Ef 1.4).
A onisciência de Deus seria uma arma poderosa para Ele simplesmente parar com o mundo; vejamos:

1. Criou o homem, o homem pecou;
2. Criou os anjos, os anjos foram lançados para baixo;
3. Criou as nações, as mesmas estão se acabando através das guerras;
4. A natureza, a mesma está sendo consumida pelos produtos químicos;
5. deu inteligência para o homem, o homem não sabe usar.

Ora, vejamos bem, era só Deus não ter criado, tinha evitado dissabores.
Pois Ele já de antemão sabia todos os resultados. Mais Deus é misericordioso e quer que o homem se salve.


O propósito de Deus na natureza humana.
Quando o homem pecou, ocasionou a perda de sua inocência e santidade (Jó 31.33), mas isso não o privou de todo conhecimento espiritual (1Tm 2.14). Deus tem providenciado para que esse conhecimento nunca acabe (Rm 1.20).

O propósito de Deus é que o homem chegue ao conhecimento da Salvação.
Mais somente pode entender e chegar ao conhecimento da Salvação quem conhecer e quer se livrar da escravidão do pecado.

Note bem a história tanto secular como os fatos narrados pela Bíblia Sagrada mostram-nos que as mais diversas nações tinham seus deuses e praticavam sacrifícios para eles, mais em nenhuma vez mostra que os deuses tinham compaixão do povo.

Os sacrifícios eram uma forma de apaziguarem os deuses.
Mesmo nos nossos dias quantos sacrifícios em vão.

O propósito de Deus nas Escrituras.
Sabendo que o Novo Testamento é o comprimento do Antigo, temos que voltar ao Antigo para entender o propósito de Deus (Gn 3.15).
É Deus quem determina as coisas, Ele espalha, Ele ajunta (Dt 30.3).
Deus tem propósito somente com aquele que Ele ama (Gn 4.4).
Caim trouxe uma oferta sem fundamento, pois ele irou-se profundamente.
Quando Deus deu ao povo de Israel a tábua da lei era um propósito de fidelidade mútuo que ambos firmaram, mais Israel não cumpriu.
Deus enviou os Profetas, os Sacerdotes, Reis, Juizes, e hoje temos a Igreja.

Deus nunca deixou seu propósito cair por terra.
Na fase intertestamentaria quando o povo ficou sem profeta durante aproximadamente 400 anos, não foi porque Deus havia deixado de olhar para a humanidade, mas era uma preparação para o recebimento do Messias, o povo estava sedento das coisas de Deus, mesmo assim Deus enviou João Batista primeiro (Mc 1.2),

Ele veio como anjo do Senhor.
A Igreja através dos irmãos lavados e remidos pelo Sangue de Cristo são Anjos de Deus a serviço da Salvação.

A extensão da obra da salvação.
A Bíblia nos diz que todo que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.15). Somente temos vida por Jesus (Jo 6.33,35).
É uma promessa universal (At 2.21; 3.21). Por isso que defendemos que o sacrifício de Jesus foi genérico (Jo 10.11), Jesus morreu por todos, mais todos que reconhecem o sacrifício de Jesus tem que se chegar a Ele (Rm 5.18).
Não há distinção de pessoas, raças, ou posição social (Cl 3.11). É somente crer (Mc 16.15-16). A obra da salvação não pode ser restringida a determinada camada da sociedade, pois o sacrifício vicário de Jesus foi para todos (At 14.27). Jesus fala: meu sangue que é por muitos derramados, simplesmente Ele estava desvinculando os que crêem e não crêem na obra salvífica do Senhor (1Jo 2.1), este advogado é somente para quem o constituiu.

Os Métodos de Deus

Deus tem um só plano de Salvação, isso não quer dizer que Deus age de um só modo (Hb 1.1), ou seja, Deus tem um só plano.
Dentro deste plano existem vários métodos.
Vejamos um exemplo: o cordeiro de Deus era conhecido com efeito antes da fundação do mundo, porem manifestado no fim dos tempos (1Pe 1.20).
Para Eva a solução da separação do homem com Deus estava resolvida no nascimento de Caim, ela disse ?Adquiri um varão do Senhor? (Gn 4.1).

Puro engano, Caim tornou-se mais tarde um assassino.
Os métodos de Deus não poderiam vir imediatamente, quando lemos: ?Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei? (Gl 4.4).
Os métodos não quer dizer único método. O plano é um só, mas os métodos são as estratégias de Deus. Não é o homem quem determina para Deus, mais é o inverso, Deus é quem determina para o homem.

O aguardo do tempo de preparação tinha um tríplice objetivo, vejamos:

?    Revelar ao homem a verdadeira natureza do pecado e a grande depravação em que a raça humana havia caído;
?    Revelar a verdadeira incapacidade de preservar ou obter de novo um conhecimento adequado a Deus ou livrar-se do pecado através de filosofia e de arte;
?    Ensinar que os verdadeiros perdões somente são possíveis através do ato substitutivo.


No passado.

Deus não muda, mas seus métodos freqüentemente os fazem. Deus colocou nossos pais, lá no jardim do Éden (Gn 2.15).
Um lugar perfeito. Deus tomou todas as providências para a felicidade do homem. Mas ao submeter ao mais simples testes, o homem caiu. Como conseqüência, ambos: homem e mulher tornaram-se culpados perante Deus. Deus providenciou uma salvação ao homem caído.
Foram dessa maneira as alianças (Aliança significa pacto, conserto; entre homem e homem ou entre homem e Deus).
São oito as alianças, a saber:

Edêmica (Gn 2.16),
Adâmica (Gn 3.15),
Noética (Gn 9.16),
Abraâmica (Gn 12.2),
Mosaica (Êx 19.5),
Palestiniana (Dt 30.3),
Davídica (2Sm 7.16)
E a Nova Aliança (Hb 8.8).

É bom saber que Deus sempre agiu para a recuperação do homem caído, mais é bom entendermos que para cada época existiu um método apropriado.

No período antediluviano, Deus deu a oportunidade para que o homem fosse levado de volta a Deus através de sua consciência.

A Palavra de Deus nos diz que Caim foi um assassino, mas Deus teve piedade através da descendência de Sete, com o passar dos tempos casaram entre si e houve a mistificação.

Trazendo desagrado a Deus. Em todos estes métodos ou épocas o homem sempre decepcionou a Deus.

No presente.

Um método totalmente mudado teve por conseqüência o presente (1Co 1.30).
O período da Igreja. Foi uma nova sistemática, ou seja, Deus usando seu filho como o Salvador. O método usado foi pela morte de Jesus. Foi expiado o pecado dos crentes do Velho Testamento (Hb 11.37-39).
Bem como os crentes do Novo Testamento (Rm 3.21-26). Deus agora oferece Salvação através do seu Filho (Hb 11.40).
Antes dessa época o plano da salvação era um plano obscuro.
Mas hoje é um plano claro e evidente para qualquer pessoa que queira conhecê-lo. Somente é exigido que o pecador aceite o que Deus providenciou em Cristo. Se o homem aceitar pela fé a oferta da vida ele é nascido de novo (Jo 3.16).
O Espírito Santo vai trabalhando na vida do homem de maneira que o seu trabalho provoque a regeneração no íntimo do homem.
E o mesmo espírito aperfeiçoe a santidade na vida do crente. Isso não quer dizer que o homem responde prontamente ao convite da salvação.
Muitas vezes demora muito tempo para entender o que Deus quer em nossa vida.

No futuro.

Deus tem prometido uma melhor mudança para o período do reino.
Cristo deve reinar em todos as áreas nas quais o pecado entrou. Ele já veio uma vez, mas o povo não lhe deu ouvido (Jo 1.11).
Mas Jesus virá novamente e desta vez vai assumir o controle de tudo (Ap 11.15), pela força. Israel será o centro desse reino.
Esse período vai começar com um mundo convertido.
Muitas pessoas vão nascer no milênio, mas nem todos serão convertidos.
Não é o reinado que vai fazer o mundo ficar justo. Mas somente a graça de Deus pode fazer uma transformação no coração individualmente do homem.

Vai haver salvação no futuro como houve no passado e está havendo no presente, somente com a atuação de Deus tem tido métodos para cada momento.
No Armagedom o Senhor vai julgar as nações que vieram contra Ele, acorrentará a Satanás.
Apenas os Salvos da terra serão deixados para irem ao reino.

Todas as nações virão adorar no Monte Sião.
Será uma época de muitas decisões mais nem todos serão verdadeiros crentes.

A Obra de Cristo na Salvação

A obra de Cristo é a coluna central do plano de Deus para a redenção.
É o eixo central no qual gira todo o sistema. Ela não se restringe somente a oferta sacrificial de Jesus.
A obra de Jesus aqui na terra é um fator tão bem detalhado que desde a escolha de seu nome tinha que ser um nome propício para tal (Mt 1.21). Mas isso já estava no plano de Deus (Is 49.6).
A promessa de Deus era para que um só Deus pudesse ser o Salvador (Os 13.4).
Jesus veio para buscar e Salvar os que havia perdidos (Lc 19.10).
A obra salvadora é evidenciada em Jesus (1Tm 1.15).
A obra de Cristo para a Salvação tem que passar pelo sacrifício. O escritor aos Hebreus nos fala de um melhor sacrifício (Hb 10.1-14), ou seja, o sacrifício perfeito.
O sacrifício está presente em quase todas as culturas, mais o sacrifício perfeito somente está imbuído no verdadeiro cristão através de Jesus Cristo.
Desde os tempos passados o sacrifício jamais foi deixado de lado, mas sempre está presente. Isso não muda na vida do crente, Hebreus 9.22 diz que quase todas as coisas se purificam com o sangue.
Mas sem sangue não há remissão de pecados. O sangue de Jesus Cristo vertido lá no calvário.

A humilhação.

Jesus foi humilhado, primeiro ele teve de renunciar (Fp 2.7-8).
Renunciou a sua majestade sendo martirizado não recebendo o justo direito de nobreza superior, pois era nobre do céu.
Uma das mais humilhantes formas foi Jesus se humanizar, pois o homem representava o fracasso, o pecado, mais Cristo se fez pecado por nós (2Co 5.21).
Foi tentado por nós (Hb 4.15).

Ele se tornou legalmente responsável por nossos pecados sujeitos a maldição da lei (Gl 4.4). Deus o enviou.
Quando Jesus foi crucificado passou uma dúvida cruel na cabeça dos seus seguidores, ?se ele tem poder porque se sujeita a uma morte tão horrenda?.

O sacrifício.
É importante frisar a palavra: o sacrifício. Vejamos no Antigo Testamento, Deus queria sacrifício de Israel (Êx 29.28).
Na páscoa lembramos da figura do cordeiro (Êx 12.1-13). Quando no Antigo Testamento se colocavam as mãos no sacrifício significava (isso é meu sacrifício), isso é: ele esta sendo sacrificado em meu lugar.

Hoje a conotação mudou, em João 1.29 Cristo é o cordeiro, Isaías 53.7 diz como um cordeiro.
Jesus foi sacrificado por nós. O sacrifício de Jesus não é chamado sacrifício simplesmente porque ele foi morto em nosso lugar, mas vejamos alguns aspectos:

?    Morava nos lugares celestiais, teve que renunciar;
?    Era príncipe no céu, veio como um qualquer na terra;
?    Vivia no paraíso, teve que trabalhar para se sustentar;
?    Tinha vida (literalmente falando) eterna no céu, teve que experimentar a morte, etc.
Foi um sacrifício não só pela morte, mais pela vida e pela existência.

A vitória.

O profeta Isaias descreveu com uma veracidade tremenda a vitória de Jesus (Is 53.11).
Quando todos pensaram que Jesus havia se acabado, foi ai que ele cresceu (Mt 16.18).
Jesus desceu ao hades (Ef 4.9) e venceu.
Tinha a carne mortificada, mas o espírito vivificado (1Pe 3.18), Pregou até aos espíritos em prisão (1Pe 3.19), Jesus foi conquistando vitória, e a maior vitória foi a salvação da humanidade.
Em vida Jesus teve as maiores vitórias que um homem pode desejar, vejamos: contra o diabo, na tentação; na cura dos paralíticos, dos cegos; nas ressurreições; no endemoniado de Gadara e principalmente na morte de cruz e na ressurreição, Jesus é um eterno vencedor, a Igreja é vencedora.
A evidência interior da salvação é o testemunho direto do espírito (Rm 8.16) ? ?O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus?.
A evidência externa da salvação a todos os homens é uma vida de retidão e de verdadeira santidade (Ef 4.24) ? ?E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade?.

Questionário

?    Assinale com ?X? as alternativas corretas

1. É recebida através do arrependimento dos pecados diante de Deus e da fé em Jesus Cristo
a)0 A coroa da vida
b)0 A ceia do Senhor
c)0 A salvação
d)0 A vida abundante

2. O propósito __________ é que o homem chegue ao conhecimento da Salvação
a)0 Da religião
b)0 De Deus
c)0 Da teologia
d)0 Da ciência

3. É errado afirmar
a)0 A obra de Cristo é a coluna central do plano de Deus para Israel
b)0 A obra de Cristo é o eixo central no qual gira todo o sistema
c)0 A obra de Cristo não se restringe somente a oferta sacrificial de Jesus
d)0 A obra de Jesus aqui na terra é um fator tão bem detalhado que desde a escolha de seu nome tinha que ser um nome propício para tal

?    Marque ?C? para Certo e ?E? para Errado

4.0 A obra da salvação pode ser restringida a determinada camada da sociedade, pois o sacrifício vicário de Jesus não foi para todos
5.0 Deus tem um só plano de Salvação, isso não quer dizer que Deus age de um só modo


Aspectos da Salvação

Graça.
É o poder dinâmico de Deus que provêm imerecidamente para capacitar o homem a desejar e fazer a Sua vontade (Fp 2.13; 1Co 1.4,5; 15.10; 2Tm 1.9; Tg 1.18; 2Co 3.5; Hb 13.21; Is 26.12; Jr 10.23; Pv 16.9; 20.24).

Predestinação.
É o conselho ou decreto de Deus concernente aos homens decaídos, incluindo a eleição soberana de uns e a justa reprovação dos restantes (Rm 8.29,30; 9.11-24; Ef 1.5,11).
Os dois aspectos da predestinação são:
?    Eleição: É o ato eterno de Deus pelo qual Ele, em seu soberano beneplácito , e sem levar em conta nenhum mérito previsto nos homens, escolhe certo número deles para receberem a graça especial e a salvação eterna;
?    Reprovação: É o decreto eterno de Deus pelo qual Ele determinou deixar de aplicar a certo número de homens as operações de sua graça especial, e puni-los por seus pecados, para a manifestação da sua justiça. Os dois aspectos da reprovação são preterições e condenação.

Vocação.
Vocação ou chamada é o ato de graça pelo qual Deus convida os homens, através de Sua Palavra, a aceitarem pela fé a salvação providenciada por Cristo (1Co 1.9; 24,26; 1Ts 2.12; 1Pe 2.9; 5.10; Mt 11.28; Lc 5.32; Jo 7.37; At 2.39; Rm 8.30; Gl 1.15; Ef 4.1; 4.4; 2Ts 2.14; 2Tm 1.9).

União.
É a ligação íntima, vital e espiritual entre Cristo e o Seu povo, em razão da qual Ele é a fonte da sua vida e poder, da sua bem-aventurança e salvação (Ef 5.32; Cl 1.27).

Regeneração.
É o ato de Deus pelo qual o princípio de uma nova vida é implantado no homem, e a disposição dominante de sua alma é tornada santa.
É a comunicação de vida divina à alma, que implica numa completa mudança de coração (Ez 11.19; 18.31; 36.26; Jr 24.7; Rm 6.4,11, 13; Ef 2.6; Cl 2.12,13; Jo 5.21; Jo 10.10,28; 1Jo 5.11,12; Jo 1.12; 3.3,5).

Conversão.
É o ato exterior, visível e prático da salvação operada na vida do pecador regenerado (Lc 22.32).
Os dois aspectos da conversão são:
?    Arrependimento: é o aspecto negativo da conversão, porque implica no abandono do pecado e em dizer não para as coisas pecaminosas.
É a mudança voluntária e consciente, produzida na vida do pecador, efetuada pelo Espírito Santo, a qual atinge sua mente, seus sentimentos e conduz o pecador ao abandono voluntário do pecado (Mt 21.28-30; 2Co 7.9,10).
?    Fé: é o aspecto positivo da conversão, porque implica em voltar em direção a Deus e em dizer sim para a sua Palavra.
É um firme e seguro conhecimento do favor de Deus, para conosco, fundado na verdade de uma promessa gratuita em Cristo, e revelada às nossas mentes e seladas em nossos corações pelo Espírito Santo (As Institutas, III, 2, 7, Calvino).

Justificação.
É um ato judicial de Deus, no qual Ele declara, com base na justiça de Jesus Cristo, que todas as reivindicações da lei estão satisfeitas a favor do pecador (At 13.39; Rm 5.1,9; 8.30-33; 1Co 6.11; Gl 2.16; 3.11).
Na justificação estão incluídos o perdão, a adoção, a substituição vicária e a imputação.
Os dois aspectos da justificação são:
1. Adoção (aspecto positivo / o crédito é imputado).
É o resultado da ressurreição de Cristo e se dá por meio da imputação, na qual a justiça de Cristo, que dá o direito legal à adoção, é imputada ao crente.
A regeneração opera uma filiação moral enquanto que a adoção opera uma filiação legal.
2. Remissão ou Perdão.
É o aspecto negativo da justificação, pois quando Adão pecou, ele foi condenado pelo que fez de errado (iniqüidade), como também pelo que deixou de fazer de certo, errando o alvo (pecado).
Adão, então pecou por ação (iniqüidade = pecado consciente, voluntário, transgressão) e omissão (pecado. 1Jo 3.4).
Cristo em sua obra vicária corrigiu os erros de Adão, obedecendo passiva e ativamente, negativa e positivamente os mandamentos de Deus, pois a lei inclui mandamentos negativos (não adulterarás, etc) e mandamentos positivos (amarás a Deus, etc).
O perdão é, portanto o ato judicial de Deus pelo qual ele concede ao pecador, na cruz, os benefícios resultantes da obediência passiva de Cristo.
O perdão é resultado da morte de Cristo enquanto que a adoção (o aspecto positivo da justificação) é resultado da ressurreição de Cristo (Rm 4.25).
Na morte Cristo aniquilou o pecado, na ressurreição trouxe justiça. O perdão é operado mediante a substituição, a justiça é concedida por meio da imputação.
O perdão é concedido na cruz.
A justiça é imputada no tribunal de Deus (1Pe 3.18).

Adoção.
É o ato judicial de Deus, resultado prático da regeneração, pelo qual Ele declara seus filhos emancipados e herdeiros da vida eterna (Tt 3.7).
Adoção não deve ser confundida com regeneração, pois na adoção Deus coloca o pecador que já é seu filho regenerado na posição de filho adulto. Na adoção não há transformação interior (moral). A adoção não muda o interior do pecador, muda a sua posição perante Deus.
Deus não adota pecadores não regenerados, Deus só adota aqueles que já são seus filhos.

Imputação.
É o ato de Deus pelo qual Ele debita meritoriamente na conta da humanidade o pecado de Adão, e judicialmente na conta de Cristo o pecado da humanidade, e gratuitamente na conta da humanidade a justiça de Cristo. Imputação significa ?debitar?, ?atribuir responsabilidade? ou ?lançar na conta de alguém?. Paulo ensina esta doutrina quando assume a dívida de Onésimo(Fm 18,19). Do mesmo modo Jesus Cristo tomou a nossa dívida.

Substituição.
É o ato judicial de Deus pelo qual Ele pune os pecadores pelos seus pecados, provendo um substituto qualificado, sobre o qual recaiu todo o pecado e a culpa imputados à humanidade por causa do pecado de Adão (Is 53.4-7; 1Co 5.7).
Um substituto qualificado deveria possuir:
?    Perfeita Encarnação: deveria ter natureza humana completa para poder representar adequadamente a humanidade (Hb 2.14-17; 5.1; Jo 1.14).
?    Perfeita Identificação: deveria ter uma profunda identificação com o sofrimento humano (Hb 2.18; 4.15; 5.2,3). A nossa identificação com Cristo é tão perfeita que somos identificados com Ele na sua morte (Rm 6.3; Cl 2.12).
?    Perfeita Santidade: Um homem comum não seria um bom representante da raça humana. O substituto deveria ser santo, inocente, sem mácula , separado dos pecadores (Hb 7.23-27). Um mortal comum não poderia salvar ninguém, pois sendo mortal, não se salvaria nem a si mesmo.

Santificação.
É a graciosa e contínua operação do Espírito Santo pela qual Ele liberta o pecador justificado da corrupção do pecado, renova toda a sua natureza à imagem de Deus, e o capacita a praticar boas obras.

Perseverança.
É a contínua operação do Espírito Santo no crente, pela qual a obra da graça divina, iniciada no coração, tem prosseguimento e se completa, levando os salvos a permanecerem em Cristo e perseverarem firmes na fé. A perseverança representa o lado humano (Lc 8.15; Rm 2.7; Ef 6.18).

Segurança.
É a garantia eterna e imutável da salvação, iniciada e completada por Deus, no coração dos regenerados. A segurança representa o lado divino (Sl 89.28-37).

Redenção.
É o ato gracioso de Deus pelo qual Ele liberta o pecador da escravidão da lei do pecado e da morte (Rm 8.1,2), mediante o pagamento de um resgate (Rm 6.20-22; 1Co 6.19,20; 1Pe 1.18,19; Ap 1.5; 5.9; Gl 4.1-7).
1. A necessidade da redenção.
Todas as criaturas humanas da terra pertencem a Deus (1Co 10.26; Sl 50.12), mas não são todas de Cristo (Rm 8.9). O homem só se torna propriedade exclusiva de Cristo mediante a obra da redenção (1Co 6.19,20; Hb 2.13-15).
O mundo (sistema) é de Satanás (Lc 4.6; 1Jo 5.19) e as criaturas humanas que estão no mundo pertencem a ele (At 26.18; Mt 12.30; Mc 9.40), por isso era necessária a redenção, para que através de Cristo Deus resgatasse (comprasse) do mundo os que viriam a crer nele, para que através da redenção passassem a pertencer a Cristo (Jo 15.19; 17.14; 18.36; Cl 1.13).
Se um homem ainda não foi redimido, embora sendo criatura de Deus, continua sendo filho do Diabo, do qual é ele escravo (Jo 8.44).
Somente os filhos de Deus são verdadeiramente livres (Gl 2.4; 5.1; Rm 8.21; 2Co 3.17).
2. A natureza do redentor.
Deveria ser parente próximo da vítima. Era ele, o redentor (goel no hebraico) quem deveria resgatar o sangue da vítima assassinada (Nm 35.19-34; Js 20.3-5); era ele quem deveria resgatar a possessão da família que fora vendido (Lv 25.24,26, 51,52; 27.13,15, 19, 20,31; Jr 32.7); era ele quem deveria resgatar a pessoa cujo empobrecimento forçou-a a se vender a um não judeu (Lv 25.47-49).
Em Ezequiel 11.15 a expressão ?os homens do teu parentesco? significa ?os homens da tua redenção?. O redentor deveria preencher certos requisitos:
?    Deveria ter parentesco do escravo a ser resgatado (Rt 2.20; 3.9,12; 4.1,3 6,14);
?    Deveria ter meios com que pagar o resgate (Rt 4.6; Sl 49.7-9);
?    Deveria querer efetuar o resgate (Rt 3.13; 4.4; Rm 5.7);
?    Deveria ser livre e não poderia ser um escravo, um escravo não podia resgatar outro escravo.
3. Cristo é o nosso Redentor.
Ele se fez nosso parente próximo (Hb 2.14,15; Fp 2.7); Ele pagou com seu sangue (At 20.28; 1Pe 1.18,19); Ele nos resgatou voluntariamente (Jo 10.17,18); Ele não tinha pecado (2Co 5.21).

Reconciliação.
É a operação graciosa de Deus pela qual Ele reconcilia os pecadores consigo mesmo, por meio da morte de Jesus Cristo, removendo a inimizade (2Co 5.18-21; Cl 1.20-22).
O termo usado no antigo Testamento para reconciliação é expiação.
Os dois aspectos da reconciliação são:
1. Expiação.
A reconciliação (no grego: katallagê) tem seu aspecto negativo na expiação, que enfatiza a morte de Cristo para o perdão dos pecados em relação ao homem. (A justificação possui aspectos semelhantes a reconciliação.
É negativa e positivamente considerada:
(a) Perdão e (b) Adoção).
A expiação é a remoção da causa da inimizade do homem (Rm 5.10).
Na expiação a fraqueza, a impiedade e o pecado (mencionados em Rm 5.6-8), fatores causadores da inimizade são removidos.
Portanto expiação é o cancelamento da fraqueza (Rm 5.6), da impiedade (Rm 5.6) e especialmente do pecado (Rm 5.8; At 3.19).
Na expiação a ação se dirige para aquilo que provocou o rompimento no relacionamento, e se ocupa com a anulação do ato ofensivo.
2. Propiciação.
É a reconciliação em seu aspecto positivo, e por isso vai além da expiação, pois enfatiza a morte de Cristo em relação a Deus.
Na propiciação a ação se dirige para Deus, a pessoa ofendida.
O propósito da propiciação é alterar a atitude de Deus, da ira para a boa vontade e favor.
Na propiciação é a ira que é removida (Rm 5.9,10) e a amizade de Deus é restaurada.
Não é o caso de Deus mudar, mas sim de que sua ira é desviada (Sl 78.38; 79.8).
Em Êxodo 32.14 o termo:- arrepender é wayyinnahem, no hebraico, e hilaskomai, no grego, que significa ?ser propício?.
É também usado em Lamentações 3.42; Daniel 9.19; 2Reis 24.4.
É claro que se trata de linguagem poética, pois há passagens em que se diz que Deus se arrependeu de fazer o bem, como em Jeremias 18.10, como se o bem fosse causa para arrependimento.
Na expiação Cristo ofereceu-se pelos os homens, na propiciação Ele ofereceu-se à Deus (Hb 9.13,14; 1Pe 3.18).
A expiação extingue o pecado (a inimizade contra Deus), a propiciação extingue a penalidade do pecado (a ira de Deus) que é desviado para a cruz de Cristo (Rm 3.25).

Renovação.
É a operação graciosa de Deus que inclui todos aqueles processos de forças espirituais subseqüentes ao novo nascimento e decorrentes dele (Sl 51.10; 103.5; Is 40.31; 41.1; Cl 3.10).

Glorificação ou Ressurreição.
É a operação divina pela qual o crente regenerado há de ressuscitar corporalmente, tendo seu corpo abatido, transformado à semelhança do corpo glorioso do Senhor Jesus (Fp 3.21; 1Ts 4.13-17; 1Jo 3.2).

80 RAZÕES POR QUE O CRENTE NÃO PODE PERDER A SALVAÇÃO

0 comentários

80 RAZÕES POR QUE O CRENTE NÃO PODE PERDER A SALVAÇÃO
                                      

01. Gênesis 7:16 - Sendo a arca um tipo de Cristo (IPe.3:20,21; Rm.3:6:4), o crente está seguro nele (Cl.3:3; Ap.3:7).
02. Efésios 4:30 - O crente está selado no Espirito Santo (Ef.1:13; IITm.2:19), e este selo é inviolável e irrevogável (Es.8:8; Dn.6:12).
03. II Coríntios 1:22 - O crente tem o penhor do Espirito Santo como garantia segura e inabalável
(IICo.5:5).
04. Gálatas 3:15 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão (Gl.3:29), uma aliança irrevogável.
05. I Coríntios 11:25 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança incondicional, selada com sangue (Jr.34:18, 19; Gn.15:12-21), e não com sapato (Rt.4:7,8) ou com sal (Nm.18:19; Lv.2:13).
06. Gênesis 15:12 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança unilateral (o rompimento da aliança só seria possível se Deus morresse).
07. Jeremias 31:31-33 - Mediante a nova aliança (com sangue), o temor do Senhor é insuflado no coração do crente (Jr.32:39,40) para que não se aparte de Deus (Hb.3:12;8:8-13; Ez.36:26,27).
08. Salmos 12:7 - O crente é guardado por Deus, do mal que há no mundo.
09. Salmos 17:8 - O crente é guardado por Deus como a menina dos Seus olhos.
10. Salmos 25:20 - A alma do crente é guardado por Deus (Sl.97:10).
11. Salmos 37:28 - O crente é preservado para sempre.
12. Salmos 12l:5-8 - O Senhor guarda o crente; guarda a sua alma de todo o mal; guarda a sua saída; guarda a sua entrada; e o guarda para sempre.
13. Salmos 145:20 - O Senhor guarda os crentes que O amam.
14. Jeremias 31:3 - O amor de Deus para com o crente é eterno.
15. Jó 5:19 - O crente é guardado do mal (Sl.91: Jo.17:9-26).
16. I João 5:18 - O crente é guardado do maligno (IITs.3:3; Jr.31:11).
17. Judas 24 - O crente é guardado para não tropeçar (ISm.2:9; Is.63:13).
18. João 11:9 - A fé do crente não lhe permite tropeçar (Rm.9:31-33).
19. Provérbios 10:25 - O crente tem perpétuo fundamento (IITm.2:19; ICo.3:11).
20. I Pedro 1:5 - O crente é guardado pela fé no poder de Deus.
21. Hebreus 12:2 - Jesus é o Autor da fé, e por isso, o crente não pode perdê-la (Fp.1:29; ICo.3:5;
At.18:27; Gl.5:22; IITs.3:2).
22. Romanos 16:25 - O crente é guardado pelo poder de Deus (IITm.1:12; Jd.24).
23. Hebreus 6:17 - A salvação do crente se fundamenta em duas coisas imutáveis: a) a promessa
(Js.21:45; At.13:32; IICo.1:20; Ef.3:6; Hb.9:14,15;10:23; IJo.2:25); b) o juramento (Hb.6:16). Só a promessa, sem o juramento já era em si mesma suficiente, mas Deus querendo mostrar a imutabilidade daquilo que Ele decretou, foi além da promessa, fazendo juramento. E Deus foi ainda mais além quando jurou pelo Seu próprio nome, porque não havia outro nome superior ao Seu (Hb.6:13,16; Jr.44:26;Nm.23:19).
24. Salmos 37:33 - O crente jamais será condenado (Sl.89:30-35; ICo.11:32).
25. Salmos 37:23,24 - Se o crente cair, não ficará prostrado (Sl.145:14; Pv.24:16; Jó 4:4; Rm.14:4;Mq.7:8).
26. Salmos 121:3 - O crente pode cair da graça (Gl.5:4), mas jamais cairá para a perdição (Sl.17:5;66:9).
27. Isaías 46:3,4 - O crente é conduzido por Deus até o fim (Sl.121:8).
28. I Coríntios 10:13 - A tentação não pode condenar o crente (Rm.6:14,18; IIPe.2:9).
29. João 4:14 - O crente jamais terá sede (Lc.16:24).
30. João 5:24 - O crente já passou da morte para a vida.
31. Romanos 6:8,9 - O crente já morreu com Cristo (IITm.2:11).
32. I Pedro 1:3,4 - O crente foi regenerado para uma viva esperança.
33. I Pedro 1:23 - O crente foi regenerado pela Palavra de Deus.
34. I João 3:9 - O crente foi regenerado pelo Espirito Santo (Jo.3:5; Tt.3:5).
35. João 6:37-40 - O crente jamais será lançado fora.
36. João 6:47 - O crente já possui a vida eterna (IJo.5:11-13; ITm.6:12).
37. João 10:28 - O crente não pode ser arrancado da mão do Filho.
38. João 10:29 - O crente não pode ser arrancado da mão do Pai.
39. Lucas 15:3-10 - Há alegria no céu por um pecador que se arrepende.
40. João 10:27 - O crente é conhecido do Senhor (Jo.10:14; IITm.2:19; ICo.8:3; Gl.4:9; Mt.7:21-23).
41. Mateus 28:20 - Jesus está com o crente todos os dias até o fim dos séculos.
42. Romanos 8:1 - Nenhuma condenação há para o crente (Rm.8:33,34).
43. Romanos 8:30 - Sendo justificado, o crente também será glorificado.
44. Romanos 8:28 - Todas as coisas cooperam para o bem do crente (Gn.50:20).
45. Romanos 8:35-39 - Nada poderá separar o crente do amor de Deus (Jo.13:1).
46. I Coríntios 3:15 - O crente infiel será salvo como pelo fogo (ICo.5:1-5;11:29-32).
47. I Coríntios 1:8 - O crente será confirmado até o fim (Rm.16:25; IITs.3:3).
48. Filipenses 1:6 - Deus mesmo terminará a obra no crente (Fp.2:13).
49. Colossenses 3:3 - A vida do crente está escondida com Cristo em Deus.
50. Efésios 5:27 - A igreja será sempre irrepreensível (IICo.11:2; ICo.12:26,27).
51. I Tessalonicenses 5:1-10 - O crente não será surpreendido na vinda do Senhor.
52. II Timóteo 2:13 - O crente infiel será salvo pela fidelidade de Deus (Rm.3:3).
53. Hebreus 13:5 - O crente jamais será abandonado por Deus.
54. I João 5:1 - O crente é nascido de Deus, e não pode "desnascer"
55. I Pedro 1:4 - O crente possui a natureza divina.
56. Romanos 8:9-11 - O crente é propriedade de Cristo (ICo.6:19,20).
57. I Tessalonicenses 5:23,24 - O crente é conservado irrepreensível.
58. I João 5:16 - O crente não pode pecar para a morte eterna (IJo.3:9;5:18).
59. I Coríntios 12:3 - O crente não pode blasfemar contra o Espírito Santo (Mt.12:32; Mc.9:39,40;Lc.11:23; IJo.5:10; Jo.3:33).
60. I João 2:19 - O crente é perseverante na fé (Mt.10:22;24:13; IIJo.9; Ap.13:10;14:12).
61. João 10:26 - O crente é ovelha e não porca lavada (IIPe.2:20-22).
62. João 13:10 - O crente já está limpo do seu pecado (Jo.15:3).
63. I Coríntios 1:30 - Cristo é a justiça do crente.
64. I Coríntios 1:30 - Cristo é a santificação do crente.
65. I Coríntios 1:30 - Cristo é a redenção do crente.
66. Salmos 25:20 - Deus é o refúgio do crente (Hb.6:18).
67. I João 2:22,23 - O crente não pode negar o filho (Mt.10:33; IITm.2:12).
68. Romanos 8:37 - O crente sempre será vencedor (Jo.16:33; Ap.2:7,11,17,26;3:5,12,21).
69. I João 5:4 - O crente vence o mundo.
70. I João 2:14 - O crente vence o diabo (IJo.4:4; Ap.12:11).
71. Romanos 6:14 - O crente vence o pecado (a carne).
72. Romanos 11:29 - O dom de Deus é irrevogável.
73. João 19:30 - Todo o pecado do crente está consumado.
74. Gálatas 3:13 - O crente foi resgatado para sempre da maldição da lei.
75. Apocalipse 5:9 - O crente foi comprado com sangue (ICo.6:20;7:23; IPe.1:18,19).
76. Salmos 90:17 - É Deus quem efetua a obra no crente (Jo.3:21; Ef.3:20; Is.26:12;64:4; Fp.2:13).
77. João 17:20 - Cristo intercedeu pelos crentes, e continua intercedendo (Hb.7:25; IJo.2:1; Rm.8:34).
78. Romanos 8:26,27 - O Espírito Santo intercede pelo crente.
79. II Coríntios 1:20 - Jesus é o "Amém" das promessas de Deus (Jo.6:47).
80. I Pedro 4:1 - O crente já cessou do pecado (Rm.6:14; IJo.3:9).

A Salvação d Alma - Seu Meio: a Cruz

0 comentários
"Quem achar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á." (Mateus 10:39)

Vamos continuar com nosso estudo da salvação da alma. "Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada." (Mateus 10:34). Porque o Senhor disse isto desta forma? Porque todos pensam que Ele veio trazer paz para a terra. Para corrigir este conceito, Ele diz abertamente aos seus ouvintes que não veio trazer a paz mas a espada. Mais tarde veremos que esta paz mencionada aqui não se refere ao assunto de paz e não guerra entre nações no mundo; antes, se refere a certas situações e relacionamentos na família.
"Não vim trazer paz, mas espada" - O que significa esta palavra? Por espada o Senhor não tem em mente uma arma usada em combate ou no campo de batalha. Ele simplesmente coloca que veio trazer uma espada para a terra. Simeão não disse a Maria logo após o nascimento de Jesus, "sim, e uma espada traspassará a tua própria alma, para que se manifestem os pensamentos de muitos" (Lucas 2:35)? Aqui em Mateus 10 o uso da palavra espada tem o mesmo significado. Significa que ao longo da vida de uma pessoa ela pode não navegar em calmaria, mas muito pelo contrário ela terá dificuldades como se fosse uma espada traspassando por sua alma. Por isso o que o Senhor está tentando dizer é que Ele veio não para nos fazer desfrutar mas para nos ferir.
"Porque eu vim pôr em dissensão o homem contra seu pai, a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra;" (Mateus 10:35). Este verso começa com a palavra conjuntiva "porque" - indicando que as palavras seguintes explicam a palavra "espada" mencionada no verso anterior. Naturalmente falando, o relacionamento entre pai e filho é geralmente considerado como sendo muito agradável, mas este relacionamento agora será marcado pela alienação. A filha será alheia à sua mãe, a nora será alheia à sogra, e assim por diante.
"E assim os inimigos do homem serão os da sua própria casa." (verso 36). Ter um inimigo é ter amargura. Os da sua própria casa os quais você ama virarão suas faces contra você, ferindo o seu coração. Agora haverá hostilidade e rancor no seu lar.
"Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não e digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não e digno de mim." (verso 37). Duas vezes neste verso Jesus menciona as palavras "não e digno". Você já perguntou porque devemos amar mais o Senhor do que nosso próprio pai ou mãe ou filho? Se no mundo você ama mais uma pessoa do que o Senhor, você não está pronto para ser Seu discípulo. Para ser discípulo de Cristo você precisa amar completamente o Senhor. Esta é a condição para ser Seu discípulo. É completamente impossível para você amar o Senhor e a outra pessoa igualmente ao mesmo tempo.
"E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim." (verso 38). Este verso é a soma do que foi dito antes - esta é a cruz! O que significa tomar a cruz? O Senhor não disse que aquele que não toma sua carga e segue após mim não é digno de mim. Não, Ele diz que quem não toma a sua cruz e segue após mim não é digno de mim. Uma carga não é uma cruz. Carga é uma coisa inevitável; cruz, entretanto, está sujeita à escolha da pessoa e portanto pode ser evitada.
O que a primeira cruz histórica foi, assim as incontáveis pequenas cruzes que vêem depois serão; assim como a cruz original foi escolhida pelo Senhor, a cruz de hoje também precisa ser escolhida por nós.
Algumas pessoas assumem que estão carregando a cruz sempre que elas estão passando alguma privação ou se encontram angustiadas. No entanto, isto não é verdade porque estes tipos de coisas podem naturalmente acontecer com qualquer pessoa até mesmo se aquela pessoa não é um crente. Todas as cruzes que alguém toma precisam ser escolhidas por ela mesma. Por esta razão a pessoa deve se guardar contra um erro aqui, que é, não se deve criar cruzes para si mesmo. Devemos tomar a cruz, não criá-la.
Portanto é um grande engano considerar tudo o que recai sobre nós como sendo cruzes para tomarmos. Quaisquer cruzes que nós mesmos criamos não são reconhecidas como cruzes a serem tomadas.
O que então é uma cruz? Deve ser parecida com o que o Senhor mesmo disse: "Meu Pai... seja feita a tua vontade" (Mateus 26:42). O Senhor disse ao Seu Pai para não responder conforme a vontade do Filho, mas conforme a vontade do Pai. Isto é a cruz. Tomar a cruz é escolher a vontade que o Pai decidiu. Posso dizer sinceramente que se nós não escolhemos a cruz diariamente, não temos cruz para carregar. Se o Senhor tivesse esperado até que a cruz viesse até Ele aqui na terra, como seria possível para Ele ter sido o Cordeiro Imolado desde antes da fundação do mundo? Pois Ele não tinha escolhido a cruz no céu quando Ele estava lá e então "esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz". (Filipenses 2:7 e 8). Nosso Senhor realmente escolheu a cruz "Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retomá-la." (João 10:18). De acordo com o mesmo princípio, nossa cruz deve ser alguma coisa a qual nós mesmos escolhemos.
Nas áreas de nossas roupas, comidas, e moradias nós também temos escolha. Podemos escolher o que vestir, o que comer, e como morar. O grau de como buscamos estas coisas deve se estender até nossas necessidades naturais nestas áreas. Se buscamos estas coisas para satisfazer nossas luxurias, não estamos tomando a cruz. Não podemos prescrever quem deve vestir tal roupa, comer tal tipo de comida, ou viver em tal tipo de casa; mas qualquer um que desejar extrair extrema satisfação destas coisas não toma a cruz. Ninguém se atreve a dizer o que você deve ter ou o que você não deve ter. Ao contrário, você é quem deve perguntar se sua alma extrai desfrute e satisfação destas coisas.
Qualquer coisa que supra suas necessidades é permitida por Deus. Roupa, comida, e abrigo são coisas legítimas. No Velho Testamento podemos ver Deus provendo estas coisas para os filhos de Israel. Portanto Ele nunca pretendeu ter seus filhos totalmente ocupados com este assunto. Se procurarmos por absoluto desfrute nestas áreas não estaremos tomando a cruz.
Quão freqüentemente as pessoas não estão vestidas para proteger o corpo e não estão comendo para satisfazer sua fome mas para buscar puro desfrute. Todos os requerimentos naturais devem ser supridos; mas a luxuria proveniente da carne não deve ser satisfeita. Nada deve ser em excesso.
Deus realmente intervém na roupa, comida, moradia, e viagem do homem? De fato Ele intervém. E esta intervenção se constitui na cruz. Vamos ilustrar este assunto: Quando Adão estava no Jardim do Éden, todas as suas provisões necessárias eram devidamente supridas. Ele poderia comer os frutos de todas as árvores exceto o fruto de uma árvore que era a árvore do conhecimento do bem e do mal. Então ele comeu desta árvore porque seu fruto proibido era bom para comer e agradável para os olhos mas não porque ele iria preencher sua necessidade natural, isto se tornou uma luxuria para ele. O que Deus permite está restrito à necessidade natural; qualquer coisa que exceda isto é impróprio e considerado como coisa do mundo tais como roupa, comida, e abrigo; e por esta razão devemos buscar somente o suprimento das necessidades e não a gratificação das luxurias. Devemos tomar a vontade de Deus como regra absoluta nestas coisas. De outra maneira, poderemos seguir a vontade da carne ou nos satisfazendo completamente ou até maltratando nosso corpo como se fossemos mais santos que os outros. Precisamos ver que nenhum extremo é aprovado por Deus em sua palavra; Ele nem nos diz que desfrutemos das coisas deste mundo nem nos declara que o acético destrato do corpo tem algum valor contra a satisfação da carne (ao contrário, compare I João 2:14 e 15 e Colossenses 2:23).
"Quem achar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á." (Mateus 10:39). Este verso conclui a passagem de Mateus 10 que estávamos estudando. O que então significa tomar a cruz? Significa que uma pessoa perde sua vida da alma por amor a Cristo, é ferida em seu coração por amor a Cristo e sofre angustia e tristeza - tudo isto é o perder da alma. Algumas pessoas se recusam sofrer ou disciplinar seu desejo emocional; e por permitirem que suas almas desfrutem excessivamente, certamente perderão suas almas.
Perder a alma por amor ao Senhor não é deixar sua alma ser satisfeita em suas exigentes luxurias e deleites. Se por amor a Cristo deixamos de buscar o que naturalmente mais gostamos, isto será reconhecido como perder a alma por amor a Ele.
Vamos reconhecer que o significado de ganhar a alma hoje se aplica igualmente para o ganhar a alma no futuro; e o significado de perder a alma agora é o mesmo que perder a alma no futuro. Os seus significados devem manter os mesmos. Em outras palavras, perder a alma por amor ao Senhor denota a recusa de permitir que a alma seja gratificada e favorecida hoje, e perder a alma no futuro significa negar à alma satisfação e desfrute no reino. Quando aquele dia vier, ou seja, quando o reino chegar, algumas pessoas terão a sua alma satisfeita enquanto que outras terão suas almas insatisfeitas. Todo aquele que nesta era satisfez os desejos de sua alma com excessivo desfrute alem das necessidades naturais não terá nada no reino futuro. Igualmente, todo aquele que por amor ao Senhor perdeu estas coisas nesta era será plenamente satisfeito no reino da era vindoura. Todo aquele que vencer o mundo será recompensado no reino. Isto é absolutamente certo.
A salvação do espírito é concedida na hora em que cremos no Senhor. A salvação da alma depende do que fazemos (praticamos N.T.) hoje. Caso você ame roupas, comidas, e amigos e tem tudo isto para satisfação de sua alma, deixe-me dizer-lhe com a autoridade do Senhor que você perderá a glória do reino. "Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis fartos. Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque haveis de rir." diz o Senhor, mas "Aí de vós, os que agora estais fartos!" (Lucas 6:21 e 25). Porque magoar os que estão fartos? Porque eles já estão satisfeitos agora. Porque os que choram são abençoados? Porque eles serão satisfeitos no futuro. Esta, então, é a diferença entre o ai e a bem-aventurança.

Lucas 14:25 a 35


"Ora, iam com ele grandes multidões; e, voltando-se, disse-lhes:" (verso 25). Porque havia semelhante multidão indo com o Senhor? Porque Ele tinha acabado de pregar o evangelho. Como indica a parábola que precede este verso, Ele convida um grande número de pessoas para virem. De fato, todo aquele que quer comer vem. Muitos são cristãos; como é muito bom ser salvo. Como é bom ser nascido de novo e possuir a graça de Deus. Estas pessoas vão com o Senhor, e Ele volta-se para lhes falar. O que dá para entender do que Ele dirá é isto: Sim, vocês são salvos; mas se vocês querem me seguir, vocês terão que preencher certas condições. Ele então eleva o padrão da verdade, pois Ele não abaixará o critério ordenado por Deus por causa de uma grande multidão. Portanto podemos nós nos abster de falar das verdades nobres do reino, com seu reinado e outras coisas mais, por causa dos homens?
A porta pela qual os que crêem no Senhor Jesus são salvos é ampla, mas a porta pela qual os que O seguem e são glorificados com Ele é estreita. 'Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora."(João 6:37). Isto é salvação. No entanto há condições para os que desejam seguir o Senhor e ser Seu discípulo.
"Se alguém vier a mim, e não aborrecer a pai e mãe, a mulher e filhos, a irmãos e irmãs, e ainda também à própria vida, não pode ser meu discípulo." (Lucas 14:26). Aqui o Senhor reconsidera a questão concernente à alma. Ele primeiro menciona o pai e a mãe e esposa e filhos e irmãos e irmãs; então Ele menciona a alma. Se alguém está apto a não olhar para sua alma como preciosidade, ele é livre de todas as amarras. Deve-se pôr de lado qualquer coisa que contente e pacifique a alma.
O Senhor não disse que se deve lançar fora seu pai e mãe e esposa e filhos e irmão e irmãs. O que Ele disse é que se deve livrar-se da vida natural para que se possa reunir todo seu amor o qual se tem por outras pessoas para então amar mais o Senhor. Isto é um dever. Antes de um homem começar a segui-Lo, uma barreira formidável é colocada diante dele pelo Senhor. Se ele puder superar esta barreira, ele estará apto para vencer qualquer coisa no futuro. O Senhor não espera para pôr esta barreira depois que se entrou pela porta. Não, a barreira está ali logo no início. E aquele que supera esta barreira está pronto para ser discípulo do Senhor.
Depois que Cristo salva uma pessoa, a primeira coisa que se levanta na porta do discipulado é esta condição. O Senhor não estabelece esta condição três ou cinco anos depois que a pessoa nasce de novo. Se uma pessoa será Seu discípulo é um assunto a ser decidido bem no princípio.
"Quem não leva a sua cruz e não me segue, não pode ser meu discípulo" (verso 27). Isto explica o verso precedente. O que acontece é o levar a cruz.
Então o Senhor apresenta três parábolas para ilustrar o levar a cruz.

1 - Parábola da edificação de uma torre (versos 28 a 30)


"Pois qual de vós, querendo edífícar uma torre, não se senta primeiro a calcular as despesas, para ver se tem com que a acabar?" (verso 28). O Senhor fala sobre contar os gastos. Não podemos facilmente conceber que o significado aqui é que se não temos fundo não devemos continuar com a idéia de construir uma torre? No entanto se fosse assim, o Senhor não teria chamado a grande multidão (os quais têm muito pouco) para segui-Lo. Será, então, que por causa da falta de fundos não precisamos construir? Não, nada disso. Porque se todos põem tudo o que têm, ninguém poderá dizer que há insuficiência de fundos. O que o Senhor realmente quer dizer aqui é que: se uma pessoa deseja pôr tudo o que tem para construir uma torre. Por exemplo, se a construção da torre custará $500 e o homem deseja gastar apenas $300 para guardar os $200 restantes para outros propósitos, isto não pode ser considerado como não ter fundo suficiente. O fundo se tornou insuficiente somente porque ele guardou uma parte para outros propósitos que não o de construir a torre. Aquele que guarda amor para outros não está pronto para amar a Cristo. Deve-se aborrecer seu próprio pai e mãe e esposa e filho e irmãos e irmãs - e até mesmo sua própria vida - com a finalidade de tirá-los para fora do seu coração. Cristo não pergunta quanto uma pessoa dá mas se ela deu tudo a Ele.
"Para não acontecer que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a zombar dele, dizendo: Este homem começou a edífícar e não pode acabar." (versos 29 e 30). Este será o fim daquele que não deseja amar o Senhor totalmente. Ele tem que parar de construir a torre depois de ter posto os alicerces porque guardou um pouco para si e não deseja dar tudo para o Senhor.

2 - A parábola da guerra (versos 31 e 32)


"Ou qual é o rei que, indo entrar em guerra contra outro rei, não se senta primeiro a consultar se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil?" (verso 31). Mobilizar dez mil não significa que dez mil são todos os soldados que o rei tem. Isto simplesmente significa que ele deseja usar somente dez mil. Se ele mobilizar a nação inteira sem dúvida será vitorioso.
"No caso contrário, enquanto o outro ainda está longe, manda embaixadores, e pede condições de paz." (verso 32). Isto é dizer que se o rei não deseja pôr em jogo toda a sua tropa, é melhor para ele pedir por condições de paz e reconhecer sua derrota.
Aquele que deseja investir tudo na construção ou na guerra encontrará exatamente o necessário; mas se ele guarda um pouco para si, experimentará muita insuficiência. Suponha que eu vá a uma livraria para comprar uma Bíblia, e ela custe $60 que é tudo o que tenho. Se pago somente $10, naturalmente não será suficiente; mas mesmo, que eu pague $59 e guarde somente $1 para mim, isto ainda não será suficiente. Portanto é absolutamente certo que aquele que não toma a sua cruz e segue totalmente o Senhor não é digno nem capaz de ser um discípulo do Senhor.
Não é devido a insuficiência, mas por guardar um pouco para si. Por isto o não guardar nada para si é a cruz. Devemos colocar tudo sobre a cruz. Alguns podem perguntar como sabemos que esta parábola nos ensina a necessidade de colocar tudo sobre a cruz? Porque isto é o que o Senhor mesmo explica no verso seguinte.
"Assim, pois, todo aquele dentre vós que não renuncia a tudo quanto possuí, não pode ser meu discípulo." (verso 33). Este verso comenta as duas parábolas acima. O problema com estas duas pessoas já mencionadas não está no fato de elas não terem o suficiente mas em elas não desejarem gastar tudo. Quão freqüentemente queremos ambos; estamos como que divididos entre amar o mundo por um lado e amar o Senhor por outro. Para nós amar inteiramente o Senhor, não podemos; porém amar somente o mundo é algo que nos faz sentir envergonhados por ser injusto para com o Senhor. Da relutância de qualquer um em gastar tudo para construir a torre e ainda de estar receoso para não gastar pelo menos um pouco, o resultado será o de ter posto a fundação mas a torre ficará inacabada. Por estar despreparado para entregar todos os seus guerreiros, a única saída que resta para uma pessoa é a de enviar um embaixador para pedir condições de paz. Este tipo de pessoa precisa desconsiderar o assunto de ser discípulo do Senhor. Para ser discípulo de Cristo, alguém precisa renunciar tudo o que tem. Ele não pode segurar o mundo com uma mão e com outra o Senhor. Ele precisa pôr de lado um ou outro - se não o mundo, então Cristo.

3 - A parábola do sal (versos 34 a 35)


Esta parábola retrata as conseqüências para estas duas classes de pessoas sobre as quais acabamos de discutir. De acordo com Mateus 5:13 ("vós sois o sal da terra'), sal aqui em Lucas deve apontar para os cristãos.
"Bom e o sal; mas se o sal se tornar ínsípído, com que se há de restaurar-lhe o sabor?" (verso 34). O sal é bom, porque é proveitoso para o homem. O sabor significa o ser posto a parte e ser santificado. Como é de tremenda importância para o cristão ser separado do mundo. Se o sal perder seu sabor, como poderá salgar novamente? Por exemplo, uma pessoa compra um pedaço de carne fresca e pensa em dar sabor a ela colocando sal. Se não há sal, como ela pode fazer com que a carne fique salgada? Ou se o próprio sal perder seu sabor, como ela pode fazer carne salgada? "Não presta nem para terra, nem para o monturo; lançam-no fora." (verso 35a). Este verso fala da conseqüência de perdermos nosso sabor cristão, por perder nossa separação do mundo.
'Terra" representa o reino. Colocar no reino de Deus um cristão sem sabor é muito improvável.
"Monturo" é um lugar desonrado e sujo, e por isso sugere o inferno ou o lago de fogo. Pôr um cristão que perdeu seu sabor no inferno é igualmente improvável, pois ele já esta salvo.
Lançam-no fora" - Já que ele está incapacitado tanto para o reino como para o inferno, ele deve ser lançado fora; quer dizer, ele deve ser lançado para fora da glória do reino.
"Quem tem ouvidos para ouvir, ouça." (verso 35b). Isto é palavra de advertência. Qualquer coisa que nos faz ser desassociada de Cristo nos faz perder nosso próprio sabor. Sabor é poder, falta de sabor é fraqueza. Como é sério este assunto! Devemos não amar o mundo. Precisamos ao invés disto amar o Senhor -e de todo nosso coração. De outra forma, não teremos parte no reino. A questão não é quanto tenho feito, mas se estou sobre o altar. Vamos nos consagrar ao Senhor hoje, porque poderá ser muito tarde quando aquele dia (o dia da Sua volta) chegar.

Todas as três parábolas nos informam sobre a vida de um crente que não perdeu sua alma hoje. A razão do porque não gastar todos os fundos para construir a torre, porque não mobilizar todas as forças para lutar numa batalha, e porque tornar-se sal sem sabor ou degenerado por se misturar com o mundo é o amor que se tem pela própria alma, é o não estar desejando deixar-se sofrer ou abandonar os encantos do mundo. Para uma pessoa como esta, a glória do reino futuro só é fracamente visto porque ela cuida somente do momento presente. Se ela tivesse desejado negar as demandas da sua própria alma por negar-se a si mesmo, tomando a cruz e fazendo a vontade de Deus, não teria sido difícil para ela construir ou lutar, abandonar seu pai, mãe, esposa, filhos, irmãos, irmãs, e até mesmo sua própria vida, e ser totalmente separado do mundo para se tornar sal com sabor. Se nesta era não perdermos nossa alma mas ao invés disto fizermos o que gostamos, ou se nossa consagração é imperfeita, seremos lançados fora durante o tempo do reino e seremos ridicularizados por termos falhado no discipulado.

CORAGEM!! Deus é a nossa salvação!

0 comentários

1Reis 2:1-2 Aproximando-se os dias da morte de Davi, deu ele ordens a Salomão, seu filho, dizendo: Eu vou pelo caminho de todos os mortais. Coragem, pois, e sê homem!

DAVI [Amado]
O segundo rei do reino unido de Israel. Ele reinou de 1010 a 970 a.C (40 anos). Tomou Jerusalém e a tornou a capital religiosa do reino. Levou a arca para lá (Presen;a de Deus para dentro de Jerusalém){2Sm 6} e organizou os serviços de adoração (Louvou a Deus){1Cr 15-16}.
Ampliou o reino (Prosperou, cresceu) {2Sm 8; 10; 12} e ajuntou materiais para a construção do TEMPLO (Ajudou a igreja no que pôde) {1Cr 22}. Foi governador (líder na igreja), guerreiro (intercessor), músico (levita) e poeta (pregou a Palavra). E foi um dos antepassados de Jesus (obteve a Salvação).

MAS DAVI NÃO CONSTRUIU O TEMPLO!!

A Salvação é o maior Dom que temos em nossa vida. Davi reconheceu isso no Salmo 18:2, dizendo: “O SENHOR é a minha rocha, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte”. Ele obteve glória, dinheiro, sabedoria, fama, poder, mas isso tudo não era o principal! O principal era a salvação em Deus!

Se as coisas não vão bem, CORAGEM!! Deus é a nossa salvação!

Estudo Biblico - Cinco Passos Para Alcançarmos A Salvação

0 comentários
TEXTO Base: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.” (At.16.31) “Como escaparemos nós se não atentarmos para uma tão grande salvação” (Hb. 2.3)
INTRODUÇÃO :
  • Quando falamos de salvação, as pessoas que nos ouvem, ficam a perguntar; mas de que eles estão falando? Que salvação é esta?
  • Isto acontece porque muitas vezes nós que falamos de salvação, também não sabemos ao certo, o que realmente significa “salvação”.
  • Por esta razão cabe a mim nesta oportunidade, trazer aos senhores presentes, uma explicação a luz da bíblia sobre o verdadeiro significado da “salvação”, e depois expor a vocês a maneira adequada para alcançarmos esta “Salvação”.
  • Quando a bíblia fala de salvação, há pelo menos três sentidos envolvidos nesta questão:
1)- Salvação da maldição do pecado . Rm.3.23
    • Com a queda do homem, o vírus do pecado surgiu. 1Cor.15.21
    • Enquanto não alcançado pela a salvação, esse vírus domina.
    • Alcançados pela a salvação, o antídoto enfraquece o vírus. 1Jo.1.7,9
2)- Salvação das ciladas do diabo . Ef.6.11
    • Anda bramando para tragar. 1Ped.5.8
    • Cega o entendimento para não entender. 2Cor.4.4
    • Ele veio para matar, roubar e destruir. Jo.10.10
3)- Salvação do Juízo vindouro de Deus . Ap.20.11-15 / At.17.31
a.    há no calendário da humanidade um dia, em que todos os que não foram alcançados pela salvação, terão que se apresentar diante do grande Deus.
b.    Os livros serão abertos.
                                                             i.      Livro da natureza. (Salmo 19.1-4)
                                                          ii.      Livro da consciência. (Rm. 2.15).
                                                        iii.      Livro das lagrimas. (Sl. 56.8).
                                                        iv.      Livro do corpo. (sl. 139.15-16).
                                                           v.      Livro das palavras. (Ml. 3.16; Mt. 12.35,36).
                                                        vi.      Livro da vida. (Apc.21.17;Lc.10.20; Hb.12.23)
É possível que vocês possam estar indagando; como posso livrar-me destas três condenações?
Há cinco passos básicos para que o homem seja livre da condenação
I – CRER. (At. 16.31 / Jo.3.16/ Jo.3.18)
  • Aceitar o sacrifício de Cristo na cruz.
  • Que é capaz de nos galardoar. Hb.11.6
II - CONFESSAR A CRISTO. (Rm.10.9)
  • É o começo de um bom relacionamento com Deus.
  • É se abrir para Deus, confiando no seu poder perdoador.
III- ARREPENDER-SE. (Mt.4.17/ At. 3.19)
  • No grego = metanoeõ = "Mudar de Mente", é usado no N.T. para indicar uma mudança de mente para com o Pecado, Deus e o Ego.
  • Mudança de pensamento, de idéia de uma pessoa.
  • É o começo de um bom relacionamento com Deus.
  • Se o homem não tomar uma nova consciência, jamais chegara ao Reino dos Céus.
IV - CONVERTER-SE. (At.3.19)
  • Mudar de direção.
  • Mudar de caminho.
  • Mudar as ações em relação a Deus.
V- PERSEVERAR ATÉ O FIM . (Mt.10.22)
  • É uma ordem imperativa de Deus.(Obedecer ou ignorar)
  • É a condição para herdar o reino. (Lc.9.62; Gn.19.26)
  • A nossa vitória esta no fim. (Mt.24.13; 2.Tm.4.7,8)
CONCLUSÃO :
Aparentemente parece ser muito difícil entender o plano da salvação. Mas quando tomamos conhecimento sobre o que a bíblia diz, e sentimos o desejo de obedecê-la, todas as dificuldades são dissipadas e de uma maneira graciosa, passamos a usufruir desta bênção tão imensurável, que só Cristo pode nos oferecer de graça.
Que Deus permita que você possa crer, confessar a Cristo como salvador, se arrependendo dos seus pecados, convertendo-se de seus maus caminhos e faça um concerto com Deus em permanecer fiel todos os dias de sua vida.

Estudos Relacionados:

Assine Agora.

Receba Estudos Biblicos diariamente no seu E-mail.